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Código de Ética

Da definição da Terapia Floral
Art. 1o : Define-se a Terapia Floral como uma terapia complementar que utiliza as essências
florais e vibracionais.
a) A Terapia Floral deve ser exercida pelos Terapeutas Florais somente como meio de trazer o
auto-conhecimento, mobilizar novas possibilidades de escolha que se configuram a partir da
integração de novas qualidades e virtudes, que propiciam então processos de transformação da
consciência que possibilitam a superação de conflitos; o resgate da harmonia, da paz e o alivio
do sofrimento moral de seres vivos. Sua filosofia e seus conceito inicialmente postulados por
Edward Bach, embasam-se atualmente na teoria dos campos de consciência. Sua prática
profissional vem sendo ampliada pelas pesquisas realizadas por novos sintonizadores no
mundo, e pela prática terapêutica de profissionais de áreas de auto-conhecimento e ciências
humanas nos últimos 35 anos.
b) A Terapia Floral atua prioritariamente na educação da consciência, através da sua ação
catalisadora de virtudes e qualidades, que propiciam uma prática auto reflexiva,
proporcionando auto conhecimento, ampliação da Consciência e conseqüentemente novas
possibilidades de escolha, o resgate ou reconfiguração da auto estima e a manifestação de
novas atitudes frente à vida.
c) A Terapia Floral tem caráter educativo porque propicia novos processos de aprendizagem e
ajuda na superação dos desafios relacionados ao aprendizado tanto no nível formal como no
nível pessoal, coletivo e transpessoal.
d) A Terapia Floral tem caráter social porque fortalece a responsabilidade pessoal e social
atuando no resgate da integridade e cidadania do Ser Humano.
e) A Terapia Floral tem caráter preventivo porque pode atuar antes da manifestação da
desarmonia.
f) A Terapia Floral tem um caráter de aconselhamento, visto que, o conhecimento da virtude
aconselhada leva ao despertar ou ao fortalecimento do desejo de vivenciar esta ampliação da
consciência, e à possibilidade de uma prática pessoal e social coerente com os novos valores
mobilizados através das Essências Florais (que compreendem as essências de flores, animais,
ambientais, minerais e demais essências de campo de Consciência).
Da Definição do Terapeuta
Art. 2o: Define-se Terapeuta Floral o indivíduo que possui formação e capacitação necessárias
para indicar Essências de flores, minerais, ambientais e demais essências de campo de
consciência para terceiros, podendo utilizá-las para o benefício de seus clientes durante o

atendimento, em nível estoque ou de diluições adequadas aos seus clientes durante a
consulta.
Parágrafo Único: O Terapeuta Floral deverá comprovar sua capacitação profissional de acordo
com normas a serem instituídas pela Comissão Pedagógica da Associação de classe.
Da definição das Essências
Da definição e qualificação das Essências Florais (que compreendem as Essências de Flores,
Minerais, Ambientais, e demais essências de campo de consciência).
Art. 3o : Define-se Essências Florais como: preparados naturais, artesanais, que trazem
registrados em seu conteúdo, padrões de Consciência originárias da Natureza, que entram em
ressonância com o campo da Consciência de pessoas, grupos, coletividades, e demais seres
vivos, ambientes e ecossistemas, agindo como princípios catalisadores que ativam processos de
expansão e transformação do indivíduo, despertando talentos, virtudes e potenciais latentes e
resultando na restauração da paz, harmonia e equilíbrio.
a) Pela sua própria natureza, as Essências Florais não têm um impacto direto sobre a bioquímica
do corpo, como tem os alimentos, medicamentos farmacêuticos ou drogas psicoativas. Elas não
são medicamentos e não substituem a necessidade de utilização de medicamentos e/ou
cuidados médicos ou psicológicos.
b) Elas atuam por ressonância entre campos de consciência. Apesar de serem utilizadas
prioritariamente na forma de gotas a serem ingeridas, por sua própria natureza consciencial,
sua indicação para terceiros não se configura como prescrição de medicamentos podendo
então sua indicação ser habilitada a profissionais especialmente formados para fazê-lo.
c) As Essências Florais são preparadas com água e conservante, usualmente brandy, álcool,
vinagre, glicerina vegetal ou alcoolaturas. Os Princípios Catalisadores das Essências Florais são
imateriais; portanto os elementos materiais, água e conservantes, são apenas veículos de seu
conteúdo imaterial. É este conteúdo imaterial que caracteriza a Essência Floral, e não a água e o
conservante, que são meros veículos que carregam o padrão de consciência.
Princípios Éticos Fundamentais

Art 4o : os Princípios Éticos Fundamentais são:
a) Qualificam-se como Terapeutas Florais , e nesta qualidade pode exercer esta função,
segundo sua capacitação, as pessoas que preencherem as qualificações definidas pela
associação ou conselho de classe;

b) o Terapeuta Floral deve basear se trabalho no respeito à dignidade do indivíduo como
pessoa, as comunidades sociais e a outros profissionais, buscando promover o bem estar
individual e coletivo;
c) ao Terapeuta Floral é permitida a aplicação de seus conhecimentos aliados ao uso das
essências florais definidas e qualificadas neste código de ética;
d) cabe ao Terapeuta Floral ter plena consciência de que seu trabalho não substitui a
necessidade de cuidados médicos ou psicológicos que o processo terapêutico de seus clientes
exija;
e) a observância do cumprimento das normas éticas estabelecidas neste código é de
competência da Confederação Brasileira de Terapeutas Florais e Vibracionais e das Associações
Regionais;
f) o Terapeuta Floral avalia sua competência e somente aceita atribuição ou assume encargo
quando capaz de desempenho seguro para o cliente;
g) o Terapeuta Floral atualiza e aperfeiçoa seus conhecimentos técnicos, científicos e culturais
em benefício de seu cliente e do desenvolvimento de sua profissão;
8. h)as relações do Terapeuta Floral com o cliente não são apenas de ordem profissional, mas
também de natureza moral e social, não devendo haver qualquer descriminação em razão da
religião, raça, sexo, nacionalidade, cor, opção sexual, idade, condição social, política ou de
qualquer outra natureza.
Exercício Profissional
Dos direitos e das responsabilidades gerais no exercício profissional:
Art. 5o : São direitos do Terapeuta Floral:
a) Fazer a preparação da diluição de uso das essências florais em seu local de trabalho,
atendendo a orientação prevista no manual de normas técnicas...(*)
b) Usar técnicas complementares, para as quais esteja devidamente qualificado;
c) Inviolabilidade do local de trabalho e respectivos arquivos e documentação, garantindo o
sigilo profissional;
d) Participar de movimentos de interesse da categoria que permitam a devolução à sociedade
civil, dos saberes acumulados, através de iniciativas de caráter educativo ou assistencial;
e) Recusar-se a prestar atendimento por questões de ordem pessoal ou ética.
Deveres do Terapeuta

Art. 6o : São deveres do Terapeuta Floral:
a) Assumir apenas tarefas para as quais esteja apto pessoal, técnico e legalmente;
b) Prestar serviços terapêuticos em condições de trabalho adequadas, de acordo com princípios
e técnicas reconhecidos pela prática, costumes e ciência e sobretudo pela ética;
c) Manter o sigilo profissional, preservando o indivíduo e os fatos a ele relacionado de que
tenha conhecimento, exceto para fins científicos com autorização expressa do mesmo, ou seu
representante legal, preservando sua identificação;
d) Dar ao cliente informações concernentes ao trabalho realizado e respeitar seu direito de
decisão sobre sua pessoa e seu bem estar, respeitando seus limites pessoais;
e) Recorrer a outros profissionais sempre que necessário;
f) Encaminhar seu cliente para outro profissional sempre que sua formação não permitir a
continuidade do processo terapêutico, garantindo a manutenção do caráter confidencial e
sigiloso do tratamento;
g) Colocar seus serviços profissionais à disposição da comunidade em caso de calamidade
pública ou graves crises sociais, sem visar proveitos pessoais;
h) Ao oferecer ou divulgar seu serviço profissional é dever do Terapeuta floral fazê-lo de forma
compatível com a dignidade da profissão e a leal concorrência;
i) Zelar pela dignidade da categoria, recusando e denunciando situações onde a pessoa atendida
possa estar sendo prejudicada;
j) Cumprir e fazer cumprir os preceitos neste código e levar ao conhecimento da associação ou
conselho de classe o ato atentatório a qualquer de seus dispositivos;
l) Manter um registro da indicação terapêutica feita a seus clientes, por um prazo de 5 anos;
m) Garantir em seus atendimentos condições ambientais adequadas à segurança e ao sigilo de
seu cliente, e dispor do tempo adequado para o desenvolvimento do trabalho terapêutico.
Art. 7o : É vedado ao Terapeuta Floral:
a) Usar títulos e especialidades profissionais que não possua;
b) Efetuar procedimentos terapêuticos sem o esclarecimento e conhecimento prévio da pessoa
atendida ou de seu responsável legal;
c) Desrespeitar o pudor de qualquer pessoa sob seus cuidados profissionais;
d) Aproveitar-se de situações decorrentes do atendimento terapêutico para obter vantagens
física, emocionai, financeira, política ou religiosa;
e) Exercer técnicas de aconselhamento profissional caso ele próprio não tenha, periodicamente,
se submetido à supervisão ou tratamento terapêutico e/ou psicoterapêutico;
f) Deixar seu cliente sem acompanhamento durante a aplicação ou uso de técnicas terapêuticas
complementares;
g) Abandonar o cliente em meio a tratamento sem a garantia de continuidade de assistência,
salvo por motivo relevante;
h) Concorrer de qualquer modo para que outrem exerça ilegalmente a atividade privativa do
Terapeuta Floral;
i) Anunciar cura ou emprego de terapia infalível ou secreta;

j) Recusar ou deixar de atender a convite ou intimação da associação ou conselho de classe para
depor em processo ou sindicância ético-profissional;
l) Recomendar ou indicar tratamento sem um contato pessoal com o cliente, exceto em caso de
urgência.
Das Relações com os colegas de classe e outros profissionais
Art. 8o : O Terapeuta Floral em sua relação com colegas de classe e outros profissionais :
a) terá para com seus colegas respeito, consideração e solidariedade.
b) quando solicitado por outro, deverá colaborar com este, salvo impossibilidade decorrente de
motivo relevante.
c) deverá prestar as informações necessárias à evolução do trabalho ao seu substituto, quando
solicitado.
d) não será conivente com erros, falhas, faltas éticas, crimes ou contravenções penais
praticados por outros na prestação de serviços profissionais.
e) A critica a outro colega será sempre objetiva, construtiva, comprovável e de inteira
responsabilidade de seu autor.
f) deverá reconhecer os casos pertencentes aos demais campos de especialização profissional,
encaminhando-os às pessoas habilitadas e qualificadas para a solução.
g) não pleiteará para si ou outrem, emprego, cargo ou função que estejam sendo exercidos por
colega.
h) não substituirá profissional que tenha sido exonerado por defender os princípios da ética
profissional, enquanto perdurar o motivo da exoneração, demissão ou transferência.
i) não prejudicará deliberadamente o trabalho e a reputação de outro profissional.
j) não atenderá cliente que esteja sendo assistido por outro colega, salvo nas seguintes
situações:
j.1.) a pedido deste colega;
j.2.) em caso de urgência, quando dará imediata ciência ao colega;
j.3.) quando informado, seguramente, da interrupção definitiva do atendimento prestado pelo
colega.

Das Relações com Instituições
Art. 9o : Nas relações com as Instituições o Terapeuta Floral deverá seguir as seguintes
especificações:
a) Para ingressar em uma instituição ou organização, o Terapeuta Floral deve considerar a
filosofia e os padrões nela vigentes, e sua permanência ocorrerá apenas se as normas e
costumes da instituição não contrariarem sua consciência profissional, bem como os princípios
e regras deste Código.
b) A atuação do Terapeuta Floral deve obedecer à promoção de ações para que a instituição
possa se tornar um lugar de crescimento das pessoas.

Dos Honorários Profissionais
Art. 10o : O Terapeuta Floral tem direito a justa remuneração por seus serviços profissionais:
a) Deverão obedecer aos valores fixados por piso mínimo ou tabela de referência;
b) Deverão estes ser fixados com dignidade e com o devido cuidado, a fim de representarem
justa retribuição aos serviços prestados;
c) Os honorários devem obedecer a um plano de serviço prestado e devem ser comunicados
antes do início do trabalho terapêutico a ser realizado;
d) É vedado afixar tabelas de honorários fora do recinto de seu consultório ou clínica, ou
promover sua divulgação de forma incompatível com a dignidade da profissão ou que implique
em concorrência desleal
Do Sigilo Profissional
Art. 11o : O Sigilo, inerente à Ética profissional, protegerá o cliente em tudo aquilo que o
terapeuta ouve, vê ou de que tenha conhecimento como decorrência do exercício da atividade
profissional, impondo-se o seu respeito, salvo grave ameaça ao direito à vida, a honra e em
defesa própria;
a) O sigilo profissional protegerá o menor, devendo ser comunicado aos responsáveis o
estritamente necessário para promover medidas em seu benefício;
b) A quebra do sigilo será admissível quando se tratar de fato delituoso com conseqüências
graves para o próprio indivíduo ou para terceiros;
c) Quando o Terapeuta Floral faz parte de uma equipe multidisciplinar, o cliente deverá ser
informado de que membros da equipe poderão ter acesso a material referente ao caso.
d) Não será considerado quebra de sigilo profissional a supervisão terapêutica a que se
submetem estagiários, devendo o cliente estar ciente deste procedimento.
Art. 12o : É vedado ao Terapeuta Floral:
a) revelar sigilo profissional, salvo o exposto nos itens acima;
b) remeter informações confidenciais a pessoas ou entidades que não estejam obrigadas ao
sigilo por código de ética ou que, por qualquer forma, permitam a estranhos o acesso a essas
informações.
§ 1o: Se o atendimento for realizado dentro de uma equipe multiprofissional, só poderão ser
dadas informações a quem as solicitou, a critério do profissional, dentro dos limites
estritamente necessários aos fins.
§ 2o: Na remessa de informes a outros profissionais, o terapeuta assinalará o caráter
confidencial do documento e a responsabilidade de quem o receber de preservar o sigilo.
Da comunicação científica e social

Art.13o : Ao terapeuta deve ser assegurada a mais ampla liberdade na realização de seus
estudos e pesquisas, bem como no ensino e treinamento, não sendo, porém, admissíveis:
a) desrespeitar a dignidade e a liberdade de pessoas ou grupos envolvidos em seus trabalhos;
b) promover atividades que envolvam qualquer espécie de risco ou prejuízo para seres
humanos ou sofrimento desnecessário para animais;
c) Subordinar investigações a sectarismos que viciem o curso da pesquisa ou seus resultados.
Art. 14o : Na publicação de trabalhos científicos, o Terapeuta Floral deverá:
a) Citar as fontes consultadas;
b) ater-se aos dados obtidos e neles basear suas conclusões;
c) mencionar as contribuições de caráter profissional prestado por assistentes ou colabores;
d) obter autorização expressa do autor e a ele fazer referência, quando utilizar fontes
particulares ainda não publicadas;
e) impedir que sejam entendidos como seus trabalhos de outros autores.
f) nas publicações, com caráter de divulgação científica, o Terapeuta Floral deve apresentar os
assuntos com a necessária prudência, sem qualquer caráter autopromocional ou
sensacionalista, levando em conta o bem estar da população;
g) em todas as comunicações científicas ou de divulgação para o público, de resultados de
pesquisas, de relatos ou estudos de casos, o Terapeuta Floral é obrigado a omitir ou a alterar
quaisquer dados que possam conduzir à identificação do cliente;
h) na divulgação, por qualquer meio de comunicação social, o Terapeuta Floral não poderá
utilizar em proveito próprio, depoimento de cliente ou de ex-cliente seu, sem autorização
expressa do mesmo.
Das Relações com a Justiça
Art. 15o : O Terapeuta Floral deverá:
a) apresentar-se à justiça, quando convocado na qualidade de testemunha, limitando-se a
exposição do que tiver conhecimento dentro da esfera de suas atribuições.
Da Publicidade Profissional
Art.16o: A propaganda de serviços profissionais deve ser em termos elevados e discretos;
a) As placas indicativas de estabelecimentos, os anúncios e impressos devem conter dizeres
compatíveis com os princípios éticos restringindo-se a:
I-Nome, profissão, especialidades comprovadas, endereço, telefone.
II-Serviços oferecidos.
Art.17o: Não é permitida:
a) a divulgação, em veículos de comunicação de massa, de tabelas de honorários ou descontos
que infrinjam os valores referenciais;
b) fazer propostas de honorários que caracterizem concorrência desleal;
c) fazer auto promoção em detrimento de outros profissionais;

d) propor atividades que impliquem a invasão ou desrespeito a outras áreas profissionais;
e) divulgar de forma inadequada, quer pelo meio utilizado, quer pelos conteúdos falsos,
sensacionalistas, ou que firam os sentimentos da população;
f) receber ou pagar remuneração ou percentagem por encaminhamentos de clientes.
Da observância, penalidade, aplicação e cumprimento deste código.
Art. 18o: O Conselho de Ética é competente:
a) para assessorar na aplicação deste código e zelar pela sua observância;
b) orientar sobre Ética Profissional respondendo a consultas em tese;
c) para instalar de ofício ou quando requerido processo sobre ato ou matéria que considere
passível de configurar, em tese, transgressão a princípios ou norma de Ética Profissional;
d) julgar processos disciplinares;
e) efetuar desagravo público ao Terapeuta Floral injustamente ofendido profissionalmente;
f) os estudantes e estagiários ficam obrigados à observância deste Código de Ética.
Dos procedimentos disciplinares
Art. 19o : Cabe ao Conselho de Ética promover notificação ao terapeuta,supervisor, estudante e
estagiários sempre que tenha conhecimento de provável transgressão das Normas contidas
neste código e no estatuto, podendo convocá-lo a prestar esclarecimentos.
Art. 20o : O processo disciplinar instaura-se de ofício ou mediante denúncia expressa de
qualquer entidade ou de pessoa interessada, assegurando o sigilo do denunciante, não sendo
aceita denúncia anônima.
Art. 21o : O processo disciplinar tramita em sigilo, até seu término, só tendo acesso às suas
informações as partes interessadas e o Conselho de Ética.
Art.22o : Recebida à denúncia, o Conselho de Ética passará à apuração dos fatos.
Art. 23o : Compete ao Conselho de Ética a convocação dos interessados para esclarecimentos
sobre a denúncia; a defesa inicial do denunciado deverá ser feita em prazo não superior a 30
(trinta) dias, por escrito.
Art. 24o : Após o exame e medida cabíveis, o Conselho de Ética emitirá seu parecer sobre a
denúncia efetuada, indicando, se pertinente, a penalidade aplicável ao caso.
Art. 25o : É competência do Conselho de Ética a aplicação das penas de advertência e Censura.
a) Considerada a natureza da infração ética cometida, o Conselho de Ética pode suspender
temporariamente a aplicação das penas de Advertência e Censura impostas, desde que o
infrator primário, dentro de 120 (cento e vinte) dias, passe a freqüentar e conclua,
comprovadamente, curso, simpósio ou atividade equivalente sobre Ética Profissional;
b) das decisões do Conselho de Ética cabe recurso ao conselho;

c) o parecer do conselho de Ética que propuser pena de suspensão ou exclusão deve ser
encaminhado à decisão final pelo conselho;
d) o conselho de ética poderá propor o arquivamento da denúncia, quando julgá-la
improcedente.
Art. 26o : É permitida a revisão do processo disciplinar por erro de julgamento ou por
penalização baseada em falsa prova.
Parágrafo Único: os casos omissos serão considerados pelo Conselho de Ética e incorporados a
este Código.

Mônica Cervini

Presidente da FLORA

2018